Jogos para celular

novembro 19th, 2008

Jogos para Celular

Jogos para Celular


Este “pacotão” contendo mais de 170 jogos para celular literalmente “caiu” em nossas mãos nos últimos dias. Se seu aparelho suporta jogos em java (extensão “jar”) a probabilidade de você se divertir é muito grande entre seus próximos ensaios ou gravações. Antes de baixar, verifique a compatibilidade de seu aparelho.

Para instalar é bem simples, basta syncar a pasta contendo todos os jogos ou somente o jogo desejado para o seu cartão de memória (via Bluetooth ou cabo). Testamos com sucesso alguns dos jogos do pacote em um Nokia 5200 XPress Music com cartão de 2GB.

Destaque para alguns clássicos do Atari (Pac Man, Asteroind, Missile Combat, etc) e também muitos jogos de Esportes (F1, Futebol, Golf, Rally). Enfim, diversão garantida!

Para baixar basta clicar AQUI (arquivo hospedado no RapidShare com 26Mb). Para descompactar o arquivo zipado, use a senha “iam“.

OBS: Não nos responsabilizamos por qualquer dano ou uso em seu aparelho.

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Audacity: Gravando bem e de Graça!

novembro 17th, 2008

 

Audacity em ação

Audacity em ação

 

 

Gravar um demo tape ou mesmo seus podcasts e intervenções musicais com qualidade sem gastar grandes fortunas é perfeitamente possível.

Estamos falando de um software livre chamado Audacity. Sim leitores, “livre” pois seu uso e distribuição são gratuitos. Quando citamos “livre”, a leitura correta é “livre” mesmo! Não há “pegadinhas”, “trial” ou qualquer outro macete pra vender mais um software de áudio. O Audacity é um editor e gravador de áudio poderoso se considerado até as opções pagas no mercado. 

O que você precisa?

- Um computador com requisitos mínimos de processamento, entrada de áudio, um instrumento analógico ou digital, sua voz  (built in ou microfone) ou qualquer outra fonte externa de som. Se tiver um mesa de som melhor ainda já que o Audacity é “multi track” e grava em quantas pistas você quiser.

- O Audacity é “corss plataform”, isto é; roda em plataforma Mac, PC ou Linux. Todas as versões tem as mesmas funcionalidades. Para se ter uma idéia testamos o Audacity em um iMac G3 de 1998, com 256 de RAM com extremo sucesso.

- Um pouco de tempo e dedicação para entender suas funcionalidades e fazer os testes necessários.

Você é um instrumentista ou compositor preocupado com o andamento?

Sem problemas, o Audacity tem a função metrônomo incoporada e é uma de suas funcionalidades padrão.

Por que utilizar o Audacity?

- Monitor de volume que pode controlar os picos antes, durante e depois da gravação;

- Multipistas (grava em diversos canais);

- Importa, Exporta e edita em dezenas de formatos - desde arquivos WAV e AIFF, passando por simples arquivos MP3 até os “pouco difundidos” Ogg Vorbis.

- Aplicação de efeitos individualizados nas faixas ou em trechos como Echo, Phaser, Reverse, etc.

- Grava e edita acima de 96Khz.

- Extensa lista de plugins que podem ser instalados gratuitamente para ampliar as funcionalidades e/ou otimizar instrumentos.

- Possui um spectograma para visualizar e analisar as frequências.

- Ótimo software para transferir & gravar seus discos de vinil para o formato digital (transformá-los em CD ou MP3). Possui inclusive um redutor de chiados e riscos.

- Grande comunidade de usuários e suporte de boa qualidade se consideramos que é um software livre.

Conclusão InfinityArt Music:

Amador ou mesmo profissional, ter o Audacity em seu laptop ou desktop pode ser um ótimo aliado para a sua inspiração. É mais uma maneira de registrar ou imortalizar suas composições. Demanda pouquíssimo conhecimento técnico mas pra quem não tem muita familiaridade com softwares do gênero, exige uma boa dose de esforço e dedicação para entender seu funcionamento. Passada esta fase, você e o Audacity com certeza se tornarão “amigos íntimos”. Não há como não gostar!

Conheça e faça o download do Audacity clicando AQUI!

Se gostar do software, considere uma doação. Afinal esse time que aposta em você merece o SEU reconhecimento!

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Entrevista com Susana Bragatto (AiLaika)

novembro 3rd, 2008

 

Susana e Zé Ruivo do AiLaika

Susana e Zé Ruivo do AiLaika

Direto de Recife, terra de muito sol, frevo e mangue, a simpática e irreverente Pernambucana Músico-Jornalista Susana Bragatto, aterrisou em Sampa e montou o AiLaika junto com seu parceiro musical e afetivo, o pianista Zé Ruivo. 
De posse de um dialeto próprio, a original “Su” é por natureza independente, preciosista e madura; assim como o som do AiLaika.

 

Confira agora o bate-papo sobre o excelente primeiro álbum da banda - leveleve - e um pouco de sua vida.

IAM) Nome completo: 

SB) Susana Bragatto

IAM) Ano, local de nascimento e estado civil:

SB) 1977 em Recife, amasiada-co-zé…

IAM) Instrumento(s) que toca:

SB) vibrafone básico, violão básico, total vox…

IAM) Comida e bebida preferida:

SB) Gosto de quase tudo quanto é comida. E mais destilados…

IAM) Influências pessoais:

SB) Tirando o prólogo de que tudo-influencia-e-tal, minhas maiores inspirações musicais, por incrível que pareça, são os livros. Sempre amei ler e escrever minhas coisinhas. Daí sai um mundo de coisas, e música junto. Não leio de tudo: sou muito chata e meio caótica nos gostos. Mas amo Cortázar de todo coração. E também Dostoievski, Bukowski, Wilde, Guimarães Rosa, algumas paraditas beatnik etc.

Com música também não sou muito sistemática. Ouço mil vezes o mesmo som e ainda não escutei a maioria daqueles-álbuns-imprescindíveis. Mas admiro, como tanta gente, as coisas que têm loucura e candura misturadas. Setentismos, howls em geral, Jefferson Airplane, música medieval, meus longínquos disquinhos infantis de música japonesa, suíte quebra-nozes, esses PJ / Amy / Cat / Lou Reed / Bowie / Nico / Juliette (a Lewis..) / Gibbons (a Beth..)  / Hacienda (excelente banda) etc etc. E adoro trilha de travesseiro: Zero7 e Air sempre.

IAM) Fale um pouco do som do AiLaika e se esse era 100% o som que vc gostaria de fazer…

SB) Acho que nunca é 100%, senão a gente senta na pedra e pára, mas ao mesmo tempo é, porque tem que ser, sempre. Eu às vezes sou muito pentelha (coitado do Zé). Mas também sempre tento meter na minha cabeça dura que o som é o que a gente é, imperfeito, assimétrico, emotivo, confuso, superpop, feio às vezes, né? Se eu amar, vai rolar.

IAM) O álbum Leveleve é bastante versátil ao mesmo tempo que soa muito maduro para uma estréia. Como foi o processo de composição e gravação do álbum?

SB) O Zé começou com essa história épica de querer gravar um disco, ir avante num trabalho próprio. Eu, que era a namorada-canarita, fui entrando de fininho. Quase sem querer a gente foi compondo, naqueles momentos em que, sem planejar nem marcar horário, de repente a gente se vê sentadinho, na frente do piano, insistindo numa viagem e tal, tomando um chazinho, escrevendo, fritando… E assim o disco foi saindo. É o primeiro; há nele algo de busca de identidade e tal. Ao mesmo tempo, todo mundo que se empenhou na coisa junto com o Zé, principalmente, que é quem produziu o disco, imprimiu a Pata Grande no trampo, e essa boa vontade também está no som, a meu ver.

IAM) Melhor show que já fez, com quem e o por que?

SB) O melhor foi o primeiro com o ai_laika. Aconteceu no Kabul, lá pros lados da Augusta, numa quarta chuvosa de outubro, a gente com um cagaço de dar tudo errado… Foi muito massa mesmo, com amigos y nuitdamú y comprem-nossos-discos-laika!!!!

IAM) Pior show que já fez, com quem e o por que?

SB) Acho que o pior foi com a Amber, banda de discoglitterfunk na qual cantei por uns 7 anos… Uma vez tocamos acho que numa casa no ABC… só para os garçons. Que não estavam nem um pouco a fãns de nos ouvir, diga-se. Foi foda ir até o fim. Mas com a Amber, mesmo quando era ruim, geralmente era bom. Foi uma fase massa, foi aí que comecei a cantar!

IAM) Artistas com quem já tocou ou toca atualmente:

SB) Amber, Ctrlz, Gumbô, Brasil, Pau D’Arco, SUB!, Jack in the Box, entre autorais e gigs de cover pra ganhar um dindindoo.

IAM) Dá ou não dá pra viver 100% de música no Brasil? Por que?

SB) Acho que depende do que cada um quer com som. No meu caso, vivi praticamente só de música um tempinho, estudando e talz. Mas, aos poucos, percebi que não era a minha tirar o sustento de cover pra galera dançar (nada contra:: eu conheço um monte de gente que tem o maior talento pra coisa e se realiza fazendo isso).
Resolvi então voltar a trabalhar na minha área (sou jornalista), pensando, entre outras coisas, em co-bancar o nosso som, meu e do Zé, sem ter que me descabelar por não tocar Janis ou Rita Lee ou Raul, ou por só ter descolado uma gig no mês.
Mesmo assim, acho que agora eu me descabelo é mais, porque agradar público com som autoral é mais dureza ainda do que fazer cover. Com o adendo de que agora também não posso dormir até tarde, porque trampo o dia inteirooo! Hehe.
O grande desafio do músico que resolve seguir a profissão, na minha opinião, é se reinventar. Um cara bem-sucedido na área, me parece, deve ter a capacidade de se auto-gerir, isto é, deve ser um pouco visionário e ter a capacidade de planejamento e auto-promoção, além de um bocado de jogo-de-cintura pra driblar donos de bar, produtoras, produtores, alunos que querem aprender aquela-do-guns, noites sem dormir, artistas maletas, mercado em transformação, disputas acirradas etc. No meio disso tudo, tem que rolar a paixão por tocar, ou trampar com áudio, ou dar aula, alguma coisa. A música é feita pra suscitar e audiotransportar paixões, então a gente tem que curtir fazer, senão não vai. E é esse romantismo que faz tudo valer a pena… (ou então uma gig com o Xororó). Pensando bem, acho que isso vale cada vez mais pra qualquer profissão. Pensando melhor ainda, falar é fácil…

IAM) Um livro e uma música: 

SB) V, de Thomas Pynchon e Gamma Ray, do Beck (só porque tô ouvindo sem parar…)

IAM) A InfinityArt Music agradece a Susana pela entrevista e deixa o link do AiLaika no Myspace e também da Loja Virtual para aqueles que quiserem prestigiar e comprar o CD ou Downloads da banda:

www.myspace.com/ailaika

LOJA VIRTUAL INFINITYART MUSIC

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Cuidando de seu kit de bateria (por Mike Schminke)

outubro 23rd, 2008

How to Care for a Drum Kit — powered by ExpertVillage.com

A transcrição em inglês do vídeo segue abaixo:

How to Care for a Drum Kit

Alright, so you bought a drum kit. Now one of the number one things to do is, because this is an investment. You’re going to want to hold on to this thing, I imagine for quite some time. I’ve only had two kits in fourteen years because I’ve taken care of them. So how do you do that? Okay, number one thing to do if you spend any amount on any drum set and you plan on taking it places to play gigs, which is what your goal should be, one of the goals, is to get cases. But drum cases. And now a brand that I have been using for quite some time is SKB. And these are, these are really hard, hard shelled plastic cases. And this is called the, it’s a cymbal vault. And it’s to keep all the cymbals and brass in. And they’re just really amazing cases. You could throw that thing down a flight of stairs and it would be fine. And while they’re a little more expensive, they are top end and they sell them for every single one of your shells, your hardware. And it’s just a really great investment. Because you spend so much money on your drums, there’s no reason not to take care of them. And so you’ve got your cases. Another thing you want to do is just take care of the actual shells themselves. At least, if anything, keep the dust off of them. You know, periodically you want to just go over it once with a rag. If you’re going to use any kind of finish, make sure to read or at least go on the website. Because mine’s a Pearl, so what I would do is go on the website and read what I can and can’t use on this specific set. Because the last thing you want to do is use some kind of cleaning solution and take off the finish on your drum set. Because that’s obviously, that would be very bad. And that kind of goes for the same as with your brass. A lot of cymbals, you can use, these are actually fairly dirty right now. So, you know, do as I say, not as I do. But a lot of cymbals you can use solvents. Zildjian has a great cleaning solution, almost every cymbal brand has a great solution. But what you want to do, once again is look up to see if you can actually use it on that specific cymbals. Because some cymbals have a certain finish that you can only use soap and water. And a lot of times soap and water will actually work and it will keep your cymbals clean enough. But a lot of the solvents are very nice and you’ll usually put it on with short, circular motions. Let it dry, then you’ll bring it off and it will look brand new and it’ll look great. One thing that a lot of people that have been drumming for a long time, longer than I have even, they don’t clean their cymbals. And now this, I’m not going to recommend, or I’m not going to say don’t do it. But they say that by not cleaning their cymbals it gives them a really warm, a really warm, nice sound. Because when you clean them, you take off all that, the gunk and you get a really brilliant sound, like it’s brand new. And if you like that, that?s what you want to do. You want to clean your cymbals. But if you want that warm, it’s just kind of a warm, really nice sound; they prefer not to clean them. So it’s really up to you, again. It’s whatever kind of sound you want. I choose to kind of keep my cymbals fairly clean because I like that kind of sound. Really bright, very brilliant. Also what you want to do is periodically change your heads. And if you’re going to buy drum heads, I would get, I would spend a little extra money and get something very nice. These are all double ply, which means there’s two heads in one. They’ll last a lot longer. They’ll stay fresh a lot longer. The sound will be a lot better as opposed to one ply heads that, you know, a couple gigs depending on how hard you hit, and the sound’s kind of shot. So replace the heads periodically. Keep the actual shells of the drums clean. Clean the cymbals, unless you want that warm, that warm sound. And get drum cases. Because the last thing that you want to do is have somebody help you carry your drums, and they drop it on concrete and then your shell’s all bent. I mean your rim. And if you bend the rim, there’s not much you can do about it. You’re going to have to buy, you’re pretty much going to have to buy a new rim. So taking care of your drums is extremely important, it also goes with storage. If you’re going to store your drums, per se, in a garage. Keep them elevated, just in case the garage has water. And also, if the place where you’re going to store your drums, if there’s been moisture or something like that, I wouldn’t actually put your drums there. Because moisture, because a lot of these shells are wood, it’s just going to warp your drums. And they’re pretty much just shot after that. So keep them in a dry spot. Keep them elevated, and keep them out of the sun because the sun of course will fade and it will dry your drums out. Crack them. So basically keep shells, put your drums, put your drums in cases. Keep them clean. And if you’re going to store them, store them in a place where it’s out of the sun and there’s no moisture around. So I mean, you spent this much money, you might as well keep them in the best condition you can and have them as long as you can.

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Vendendo na iTunes Store

outubro 1st, 2008
InfinityArt & iTunes

InfinityArt & iTunes

As bandas e ou artistas brasileiros independentes interessados em comercializar seus álbuns ou fonogramas no exterior via a loja da Apple (iTunes Store) podem solicitar mais informações, valores e condições mandando um e-mail para o nosso selo: iamusic@infinityart.com.br

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Escolhendo as suas Baquetas (por Mike Schminke)

setembro 30th, 2008
How to Pick the Best Drum Sticks — powered by ExpertVillage.com

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Adeus a Rick Wright

setembro 16th, 2008

Fazemos das palavras de David Gilmour as nossas:

“Assim como Rick, eu não acho fácil expressar meus sentimentos em palavras, mas amamos Rick Wright e sentiremos enormemente sua falta”. David Gilmour, 15 de setembro de 2008

Link para assistir ao clip de “High Hopes” AQUI

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Saudosas Capas de Vinil

setembro 9th, 2008

Você lembra dos tempos onde “pirataria musical” era levar uma fita cassete na casa de seu amigo(a) e gravar aqueles discos sensacionais que só ele tinha?

Você é daqueles que quando ouvia o termo “arquivos digitais” tinha absoluta certeza que a NASA ou a CIA estavam bolando alguma conspiração atômica?

Se respondeu sim a uma destas duas perguntas, com certeza você já entrou na casa dos 30. Com mais convicção ainda afirmamos que você usou e abusou dos discos de vinil. Os populares “bolachões”, ícones de uma época onde se parava para escutar música calmamente enquanto se dedicava a analisar e descobrir os mínimos detalhes das capas e encartes. Com um espaço 4 vezes o tamanho de um CD, eram feitas na base do “paste up” (jargão publicitário da época onde o método de criação e layout era feito totalmente sem o uso de recursos eletrônicos & computador). Esse fato, por si só já demonstra extremo empenho e capacitação dos artistas - o que não necessariamente era traduzido no resultado de suas criações.

Em homenagem a estes artistas e a esta época dividimos com você leitor algumas pérolas brasileiras. Basta clicar sobre os thumbs para ver na íntegra as criações.

Se você gostou deste post e curte capas de vinil, não deixe de visitar e prestigiar o grande trabalho desenvolvido pelo “LPCover Lover“.

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VEGA e InfinityArt Music trazem novidades

setembro 1st, 2008

A banda de pop&rock “VEGA”, acaba de fechar com a InfinityArt Music a distribuição digital da música “ESSA FALTA” e também a venda física de seu 2º CD - NOVOS TEMPOS.

A venda do CD taz como diferencial a entrega do produto autografado pelos integrantes da banda.
Segundo Marcos Kleine, guitarrista do VEGA, a concentração dos títulos da banda em um único local traz um grande benefício de aquisição para os fãs, isso porque, além do novo CD, o VEGA comercializa desde o final de 2006 seu primeiro álbum em formato digital.

A demanda pelo 1º CD da Banda - Flores no Deserto - continua crescendo e a InfinityArt Music registrou até esta data mais de 6.500 visitas a página deste ítem na loja do selo. Para o final do mês de setembro, estão programadas também a venda do download de “Flores no Deserto”, agora incluindo o material gráfico e áudio totalmente remasterizado.

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Master Tape de R$ 0,99…

agosto 27th, 2008

Cada vez mais estamos nos deparando com um certo “pouco caso” por parte dos músicos que estão duplicando seus trabalhos. As famigeradas mídias de R$ 0,99, de baixíssima qualidade e procedência duvidosa “vivem” aparecendo como “master tapes”. Sim caro leitor, acredite se quiser…aqueles CD’s ou DVD’s que só deveriam ter serventia como “porta-copos” em sua casa!

As vezes, por simples inexperiência, as vezes por má orientação (incluindo principalmente os próprios estúdios), os trabalhos que seguem para as duplicadoras ficam muito aquém do que se espera. Adivinhe por culpa de quem? Se você respondeu: “a mídia de menos de um real” você está certo!

Façamos algumas simples perguntas:

a) Quanto você gastou para gravar, mixar, masterizar e produzir seu material?

b) Quanto tempo você usou para compôr e se dedicar a ele?

Agora responda francamente:

Toda essa grana, trabalheira e suor dispendidos são taduzidos em R$ 0,99 na reta final?

Uma simples mídia CD-R pode ser um “quebra galho” e “passar” como uma master tape, todavia você precisa ter em mente que além da duplicadora não se responsabilizar pelo conteúdo enviado, a própria característica da superfície das trilhas destas mídias ser para uma finalidade mista, ela não tem a essencial “proteção de erro”. Portanto, se a mídia tiver um mínimo de problema, ele se tornará um problemão na hora da duplicação. Como resultado, muito provavelmente seu trabalho será rejeitado (atrasando qualquer cronograma) ou pior, será rodado e você só irá perceber a “mancada” depois do produto entregue.

Uma comunhão entre consultoria prévia, estúdios e pessoas certas para masterização + softwares e mídias corretas (i.e: mídias próprias para o input de áudio) + replicadora idônea são a chave de uma duplicação bem feita e de um trabalho fiel aquilo que você ou sua banda produziram.

Da próxima vez que for ao supermercado pense duas vezes antes de depositar seu trabalho no saldão de mídias de R$ 0,99.

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